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Gostaríamos de informá-los que o Projeto Calo na Mão apresenta mais uma novidade em 2012: o Workshop da História do Maracatu de Baque Virado. Será realizado bimestralmente, sempre nos primeiros sábados do mês, conforme programação abaixo. Serão 4 workshops no ano. Um a cada dois meses.
.As inscrições estarão abertas a partir deste sábado. A atividade é totalmente gratuita.
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Sinopse
O Workshop da História do Maracatu de Baque Virado é uma atividade destinada àqueles que buscam aprofundar seus conhecimentos sobre a origem e a formação, entre outros elementos que compõem esta cultura.
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A atividade será realizada bimestralmente, sempre no 1º sábado do mês, conforme a programação do Projeto Calo na Mão. Ela possuirá 3 horas de duração, sempre das 10h às 13h. O conteúdo proposto aboradará a história do maracatu de baque virado, sua origem, seus funadmentos, sua relação com a história do Brasil, as etnias africanas e a formação desta cultura afro-brasileira, sua relação com a religião do candomblé, fatos marcantes da história do País, a transformação para os dias atuais, a história do maracatu de baque virado em São Paulo, os grupos atuais, entre outros.
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Workshop da História do Maracatu de Baque Virado – Maio
Data: 05/05
Duração: 3h
Horário: das 10 às 13h
Vagas: ilimitadas
Inscrições: a partir deste sábado, dia 14/04, de forma presencial, após as 12h.
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Para esclarecer dúvidas, entrem em contato com a Equipe Org: equipeorg@gmail.com.
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bjs e abs,
Guga
em breve mais videos…
]]>MARACATU NAÇÃO PERNAMBUCO
Surge em Pernambuco uma nova geração de maracatu. Foi fundado no dia 15 de dezembro de 1989, numa festa organizada no Clube Vassourinhas de Olinda, com o objetivo de difundir o maracatu. O Nação Pernambuco é atualmente o grupo cultural de maior projeção no Estado. O Grupo gravou vários discos, os quais contendo apenas músicas de maracatu, sendo os únicos no mundo. Divulgam e resgatam a história da cultura pernambucana dentro e fora do Brasil.
Apresentam-se durante todo ano, no segundo domingo de cada mês, com grupos convidados, no Mercado Popular Eufrásio Barbosa no bairro do Varadouro na entrada da cidade de Olinda.
MARACATU DE BAQUE SOLTO OU RURAL
Ao contrário dos Maracatus de Baque Virado ou Nação, que têm suas origens em cortejos de reis africanos, o Maracatu de Baque Solto, também chamado de Maracatu de Orquestra ou Rural, tem suas origens na segunda metade do século passado e deve ser uma transfiguração dos grupos chamados Cambindas (brincadeira masculina, homens travestidos de mulher). Os Maracatus de Baque Solto são uma espécie de fusão de elementos dos vários folguedos populares, que vêm às ruas das cidades próximas aos engenhos de açúcar como: Goiana, Nazaré da Mata, Carpina, Palmares, Timbaúba, Vicência, etc., durante o carnaval, com características e colorido próprio, garantindo sempre a presença nos carnavais do Recife. O cortejo do Maracatu de Baque Solto, diferencia-se primeiramente do maracatu tradicional, pela ausência do rei e da rainha.
FORMAÇÃO
Um ritmo rápido de chocalhos, percussão unissonora e acelerada do surdo, acompanhada da marcação do tarol, do ronco da cuíca, da batida cadenciada do gonguê, do barulho característico dos ganzás, um solo de trombone, e outros instrumentos de sopro que, juntos, dão ao conjunto características musicais próprias e bem diferenciadas dos maracatus tradicionais. O maracatu desfila num círculo compacto, tendo ao centro o estandarte, rodeado por baianas, damas-de-buquê com ramos de flores de goma, boneca (calunga) de pano ou plástico e caboclos de pena. Rodeando este primeiro círculo vem os caboclos de lança, que se encarregam de abrir espaço na multidão, com seus saltos e malabarismos, com as compridas lanças, como a proteger o grupo e as lanternas de papel celofane que, geralmente vem representando o símbolo da agremiação
PERSONAGEM PRINCIPAL
Com suas lanças de mais de dois metros de comprimento, feitas de madeira com uma ponta fina e uma enorme cabeleira de papel celofane cobrindo o chapéu-de-palha, o rosto tingido de urucum ou por outras tintas, lenço estampado cobrindo a testa, camisas e calças de chitão, meiões e sapatos de lona, o Caboclo de lança tem o destaque de sua indumentária na gola bordada e no surrão. A gola de sua fantasia, feita em tecido brilhante, de cores vivas, é totalmente rebordada com vidrilhos e lantejoulas. A gola representa o maior orgulho e a vaidade do caboclo de lança, sendo quase sempre confeccionado por sua companheira, durante.
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Maracatu_Nação
http://www.terrabrasileira.net/folclore/regioes/5ritmos/marural.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Maracatu_Rural
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