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Rua Alves Guimarães, 1511 – Pinheiros
Escola Professor Antonio Alves Cruz
Início às 15H00.
Até lá.
Axé!
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Ainda dá tempo para fazer a matrícula na Alves Cruz, escola estadual que já funciona com o novo modelo de Ensino Médio em tempo integral, previsto entre as principais iniciativas do programa Educação — Compromisso de São Paulo..
Ex-diretor da E.E. Professor Antônio Alves Cruz, para a qual contribuiu como educador até o fim de seus dias, atual presidente da Associação Fênix para o Desenvolvimento da Educação e Cultura e conselheiro do Museu Afro Brasil, Ary dedicou sua vida para o desenvolvimento de uma educação pública justa, construída por toda a comunidade escolar.
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O velório será no cemitério do Araçá das 20h às 00h.
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Breve histórico
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Ary de Rezende nasceu em 1940 na cidade de Piquete no Vale do Paraíba, mas passou quase toda sua infância e parte da juventude em Lorena, interior de São Paulo. Terceiro filho de cinco irmãos teve inda criança seu destino traçado: por conta de um problema em uma das pernas não poderia realizar trabalhos pesados. Foi então condenado à educação.
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Cursou as séries iniciais em uma escola rural, o ginásio e parte do ensino médio em Lorena, aos 14 anos dava aulas para os amigos de escola. Em 1960, já na capital paulista, foi admitido pela escola de aplicação da Universidade de São Paulo – USP, onde cursou o terceiro ano do ensino médio. Também na USP fez graduação em Biologia. Em 1965 foi convidado para dar aulas de biologia na Escola Estadual Professor Antônio Alves Cruz, ainda no prédio anexo à escola Godofredo Furtado.
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No mesmo período casou-se com Dona Imaculada, companheira de toda a vida com quem teve dois filhos: Adriana e Marco Aurélio.
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Em 1966 tornou-se diretor assistente e em 1967 assumiu a direção da Alves Cruz.
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Era um homem negro num país racista; diretor de uma escola pública durante uma ditadura militar.
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No mesmo ano a escola foi transferida para o que seria sua sede oficial, um prédio na Rua Capote Valente. No entanto, apenas dois anos depois, em 1969, a prefeitura anunciou a construção da Av. Sumaré e solicitou a demolição do prédio.
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“… Eu fui falar com o Faria Lima, ele disse que poderia me dar uma nova escola, mas que não tinha o terreno…”
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Nos anos que se seguiram, apoiado por alunos e pais de alunos, enfrentou o governo municipal e só permitiu a desapropriação do prédio com o compromisso de construção de uma nova sede para a escola.
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“… eu procurei Seu Dávio, um pai de aluno que era tesoureiro da APM e trabalhava no INSS, eu sabia que o INSS tinha muitos terrenos. Nossa solicitação foi prontamente atendida, recebemos uma lista e eu fui direto naquele terreno.”
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O novo prédio ficou pronto em 90 dias, em novembro de 1971.
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“… Era uma barroca coberta por mato, não tinha sequer uma árvore… não tem uma só árvore ali que eu não tenha plantado, disso eu me orgulho!”
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Ary dirigiu a escola até 1976 quando foi convidado para integrar uma comissão da secretaria de educação, após 11 anos passou a direção da escola para a Professora Maria Ivone.
No mesmo ano deixou a carreira pública atendendo a um convite para coordenar a operação de uma empresa brasileira na África. Trabalhou na Nigéria e na Líbia por cerca de quatro anos.
Nos anos seguintes, de volta ao Brasil, trabalhou na iniciativa privada e posteriormente no departamento de merenda escolar da prefeitura de São Paulo.
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Em 2000 foi convidado por seus ex-alunos da Alves Cruz para participar de uma festa em homenagem aos ex-professores e recebeu a notícia de que novamente a escola estava ameaçada de fechamento.
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“Teve aquele jantar na Vila Madalena e os alunos estavam preocupados porque a escola estava para fechar, ai eu disse: De novo!”
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De 2000 a 2012, em parceria com seus ex-alunos Ary integrou e dirigiu o Projeto Fênix, iniciativa que contribuiu para que a Alves Cruz não fechasse as portas, retomando de forma vigorosa sua qualidade como instituição educacional, com participação da sociedade civil e de toda a comunidade escolar, como nos tempos em que dirigia a escola. Nos últimos anos de sua vida também foi conselheiro do Museu Afro Brasil.
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Ary de Rezende foi um homem honrado, que encheu de orgulho e alegria todos que o cercaram. Homem de muitos feitos deixou para o Brasil e para a educação brasileira uma escola erguida sob a convicção de que a educação de nossos filhos deve ser partilhada e construída por todos nós.
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Para os que o conheceram deixou um sorriso gigantesco, de esperança, luta e profunda alegria, que ficará impresso para sempre em nossas lembranças.
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Ary, obrigado por tudo, e sorte em sua nova jornada.
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]]>As 16h os integrantes do Maracatu Bloco de Pedra vão convidar todos os participantes para brincar Coco de Roda. Não percam!
Serviço
Arraiá do Arves
sábado 16/06 das 13h – 20h
Escola Alves Cruz
Rua Alves Guimarães 1511, Sumaré – travessa da Av. Heitor Peteado – Próximo ao Metro Sumaré.
Entrada franca!
Curta a página da festa no facebook: http://www.facebook.com/events/425006010856195/?notif_t=plan_user_invited
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Recentemente entrou no ar o novo site da Nação do Maracatu Porto Rico. Feito em parceria com o maracatu.org.br o site apresenta em textos, vídeos e fotos, muitas informações sobre a história, o cotidiano e as realizações do Porto Rico.
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Entre os conteúdos publicados destaca-se a página Loas, que contém letras de 55 loas da Nação.
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Parabéns aos integrantes da Nação Porto Rico pelo trabalho realizado!
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Para acessar o site clique na imagem abaixo.
]]>no dia 29/02/11 o Grupo Maracatu Bloco de Pedra completa 6 anos! De presente recebemos por email do Felipe Romano do Quiloa, um vídeo do Baque Mulher, grupo dirigido pela Mestra Joana que também dirige o batuque da Nação do Maracatu Encanto do Pina.
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Vejam o vídeo!
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]]>No dia 23 de outubro o Maracatu Bloco de Pedra vai se apresentar na II Entoada Nordestina, na cidade de São Caetano do Sul.
Comidas típicas, feira de artesanato, literatura de cordel e exibição de curtas-metragens fazem parte da programação, além de diversos grupos culturais como Grupo Cupuaçu (Boi), Banda de Pífanos de Caruaru, Pé no Terreiro (Cacuriá), entre outros. O Bloco vai se apresentar as 16h, mas o evento começa as 11h.
Confira a programação completa e veja também o vídeo de divulgação no final deste post!
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Hoje migramos definitivamente para o Maracatu.org.br. Agora, os domínios www.blocodepedra.com.br e www.calonamao.com.br direcionam os usuários para o www.blocodepedra.maracatu.org.br! Logo teremos mais novidades! Ainda não vamos tirar o site/blog velho do ar, mas publicamos por lá um post avisando sobre a mudança de site!
Esperamos que a parceria com o Maracatu.org.br de bons frutos e adoramos participar desta nova rede!
Sejam todos bem vindos sempre!
]]>Veja também o Myspace do Encanto da Alegria
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Boa tarde pessoal,
Neste domingo (22/08/2010) o Maracatu Bloco de Pedra realizará um cortejo no Parque do Ibirapuera em comemoração aos 56 anos do parque a convite do Museu Afro. Com muita satisfação estamos divulgando as informações para os integrantes e todas as pessoas que queiram prestigiar este grande evento. Lembrando que especialmente nesta apresentação levaremos além do Estandarte do Maracatu Bloco de Pedra e do Museu Afro, 2 Estandartes de Nações de Maracatu e 2 Calungas do acervo do museu, ou seja, responsabilidade com a tradição e festa bonita!
Aos Integrantes do Bloco de Pedra:
Chegada no Alves: 09H00
Transporte: Teremos dois ônibus exclusivo para integrantes, o desembarque será no portão 10.
Camarim: Teremos um camarim onde deixaremos os nossos pertences e teremos uma breve conversa.
Teremos água durante o percurso do cortejo.
Figurino: Camiseta Vermelha e Calça/Saias Brancas conforme o padrão do grupo.
Inicio do cortejo: 11H00
Término:12H30
Sobre o Museu Afro
O Museu Afro Brasil – Organização Social de Cultura, vinculado à Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo, é um espaço de preservação e celebração da cultura, memória e da história do Brasil na perspectiva negro africana, assim como a difusão das artes clássicas e contemporâneas, populares e eruditas, nacionais e internacionais.
Localizado no Parque Ibirapuera, em São Paulo, foi inaugurado em 23 de outubro de 2004 e possui um acervo de mais de cinco mil obras. Parte das obras, cerca de duas mil, foram doadas pelo artista plástico e curador, Emanoel Araujo, idealizador e atual Diretor Curador do Museu.
A Biblioteca do museu, cujo nome homenageia a escritora, Carolina Maria de Jesus, possui cerca de 6.800 publicações com especial destaque em uma coleção de obras raras sobre o tema do Tráfico Atlântico e Abolição da Escravatura no Brasil, América Latina, Caribe e Estados Unidos. A presença negra africana nas artes, na vida cotidiana, na religiosidade, nas instituições sociais são temas presentes na biblioteca.
O museu mantém um sistema de visitação gratuita para todas as exposições e atividades que oferece; um Núcleo de Educação com profissionais que recebem grupos pré-agendados, instituições diversas, além de escolas públicas e particulares. Através do Núcleo de Educação também mantém o programa “Singular Plural: Educação Inclusiva e Acessibilidade”, atendendo exclusivamente pessoas com necessidades especiais e promovendo a interação deste público com as atividades oferecidas.
Localização
Endereço:
Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº
Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega
Parque Ibirapuera – Portão 10
04094-050 – São Paulo – SP
Fonte:museu afro
Sobre as Calungas
CALUNGAS
| A BONECA É DE CERAUm dos elementos sagrados do maracatu é a Calunga, também chamada de boneca, sempre presente ao cortejo das nações africanas, do qual se originou o nosso maracatu. Segundo esclarece Alberto da Costa e Silva 1: “Mantendo-se em segredo, os vínculos entre grupos ambundos, num segredo auxiliado pela ignorância dos senhores de escravos, tinham os chefes vendidos [escravos] de mostrar a fonte do seu poder – e já agora também penhor de unidade do grupo ao Brasil -, a calunga”. |
Para a calunga “Dona Emília” eram dedicadas as maiores atenções. A ela era entoada a primeira toada, referida acima, na cerimônia também denominada de “a dança da boneca”. A ela também eram consagrados os cânticos mais fortes: é essa principal boneca levada à porta da igreja de Nossa Senhora do Rosário; com ela o Maracatu Elefante dança diante dos terreiros (de xangô) visitados. É nas canções oferecidas a Dona Emília que os músicos executam o ritmo de Luanda – o toque “para salvar os mortos” ou eguns. 2
“Dom Luís”, segundo Guerra Peixe, representa “um rei africano”, sendo por isso considerado como “Rei do Congo” pelos membros do grupo, bem de acordo com a interpretação recente de Alberto da Costa e Silva (op. cit.); numa clara referência aos primórdios do folguedo, coincidindo com a crença de que os poderes da Calunga estariam ligados aos seus ancestrais africanos, como bem enfoca esta loa: “A bandêra é brasilêra/ Nosso reis veio de Luanda / Ôi, viva Dona Emília / Princesa Pernambucana”. fonte:maracatu.org.br
Calungas Expostas no Museu Afro
Esperamos você lá!
Axé
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