id não foi definida no array da barra lateral "Sidebar Calo na Mão". O valor "sidebar-1" foi padronizado. Defina manualmente a chave id para "sidebar-1" para ignorar esta notificação e manter o conteúdo da barra lateral existente. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 4.2.0.) in /home2/maracatu/public_html/wp-includes/functions.php on line 6170id não foi definida no array da barra lateral "Sidebar Bloco de Pedra". O valor "sidebar-2" foi padronizado. Defina manualmente a chave id para "sidebar-2" para ignorar esta notificação e manter o conteúdo da barra lateral existente. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 4.2.0.) in /home2/maracatu/public_html/wp-includes/functions.php on line 6170twentyten foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home2/maracatu/public_html/wp-includes/functions.php on line 6170Chegamos com os tambores, estandarte e cerca de 50 pessoas, o pessoal da escola nos recebeu super bem e tratou logo de buscar e hastear a bandeira da escola (ou pavilhão como se diz no samba). Ficaram ali, lado a lado repousando as duas flamulas, apoiadas por um suporte de ferro, como se observassem os tambores, os batuqueiros e as crianças que corriam de um lado para o outro freneticamente.
Foram chegando os batuqueiros da escola e outros brincantes, num canto uma mesa com material reciclado para produção de brinquedos ou adereços, não sei bem, noutro um carro de som e distribuição de saquinhos com doces para as crianças. Dois homens instalavam duas divisórias, outros dois colocavam as mesas na calçada e outras tantas pessoas realizavam diversas tarefas. Vez por outra, alguém se aproximava do estandarte do bloco e do pavilhão da escola e, em reverência, beijava de maneira solene as bandeiras. Era um clima de reforma e churrasco de final de semana, de organização de festa e arrumação da casa.
Esperamos algum tempo e de repente o Mestre Bola chegou: um homem negro, alto, de semblante tranquilo e olhar firme. Cumprimentou o Guga e logo tratou de também reverenciar as bandeiras, era quem aguardávamos, o sinal para começar.
Fizemos a roda ali mesmo, na frente de todos, como se o papo antes de tocar fosse também a parte que o público pode ver. E podia! Era mesmo como estar na casa de alguém que conhecemos há bastante tempo.
Os batuqueiros (alfaias, caixas e gonguê) se organizaram em uma espécie de arquibancada, no chão ficaram os agbês, a dança, apiteiro e porta-estandarte. Em seguida ficou o público, que tinha na primeira fila o mestre e ritmistas da escola comentando e observando atentamente cada baque, além da chefe da ala das baianas que, depois de algumas músicas, tratou de providenciar uma saia e se juntar às dançarinas e dançarinos.
O som dos tambores ecoou pelo telhado de zinco e pelas paredes cobertas de tecidos coloridos e outros adornos. Os batuqueiros estavam cansados por conta da apresentação realizada pela manhã e ligeiramente nervosos com a responsabilidade, mas era possível ver em seus semblantes a determinação e a força para sustentar o baque: pesado, forte, as vezes lento, as vezes rápido, sempre encantador.
O público aplaudiu sempre e algumas pessoas se emocionaram durante a apresentação, especialmente a Nana que também frequenta a Pérola Negra. Já as crianças: essas continuaram correndo e pulando sempre, como se o escorregador inflável e a cama elástica fossem a sétima maravilha!
Ao fim, agradeçamos todos da escola e entre abraços e sorrisos ficou um clima de “tamo em casa”, “chega mais outras vezes”.
Obrigado Perola Negra!
Obrigado Maracatu Bloco de Pedra!
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