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10° Cortejo Quiloa – Foto: Rogério Sant’ana
O Quiloa é o primeiro grupo da Baixada Santista que se tem registros. Fundado em 2003 por estudantes da UNESP São Vicente, músicos e professores, que depois de participarem de um Arrastão de Maracatu de Baque Virado, na Feira Nordestina, em São Paulo. Liderado por Felipe Romano e Melina Cabral, o grupo começou a se reunir em uma república formada por estudantes da Unesp, onde começou a se pensar uma melhor maneira de aprender sobre o maracatu e despertar o interesse de mais pessoas para construir junto essa idéia de grupo. Com o apoio do Centro Acadêmico, os ensaios começaram a se realizar na própria faculdade.
Em setembro de 2004, diante da necessidade de aprimorar seus conhecimentos, o grupo, até então sem nome, decidiu convidar integrantes do grupo Viralatisse, Luiz Gustavo Silviano, Gledson Lima e Maria Carolina, para realizar uma oficina dentro das atividades da Semana da Biologia.
O primeiro arrastão de maracatu realizado pelo Quiloa, em fevereiro de 2006, contou com a participação do músico Nego Henrique, da banda Cordel do Fogo Encantado. Como a maioria dos integrantes do Quiloa eram alunos da Unesp e praticamente todos eram de outras cidades, a evasão era comum nos finais de ano. Portanto, no final deste ano, 3 dos 5 integrantes fundadores do Quiloa, Melina, Léo e Iara, voltaram para suas cidades, ficando o grupo sob a coordenação do músico Felipe Romano e apoio da educadora Carol Real.
Em 2007, foi realizado o segundo arrastão pelas ruas da cidade, na seqüência o grupo passou a ocupar o galpão cedido pelo diretor teatral, Tanah Corrêa, no bairro do Macuco, em Santos. Em abril, a presença de Mestre Shacon Vianna, da Nação Porto Rico – PE, em oficina aberta organizada pelo Quiloa, representou um marco para a história do grupo que passou a compreender o maracatu e sua responsabilidade como um meio do povo se expressar e mobilizar uns aos outros, colaborando diretamente na formação da cultura brasileira e na valorização de suas matrizes africanas, além do mestre auxiliar com os desafios impostos naquele momento de mais uma vez constituir a idéia de grupo, focando na possibilidade de desenvolver parcerias que fomentem o pertencimento e identidade cultural, resultando no convite de Mestre Shacon a Felipe para integrar a Nação Porto Rico como batuqueiro na passarela, em Recife, no ano seguinte.
Em julho de 2009, mais de 200 batuqueiros coloriram as ruas do centro de branco, amarelo e vermelho, identificando os integrantes do Bloco de Pedra/ SP e Quiloa. No mesmo mês, o grupo que buscava uma nova sede, conseguiu, por meio de uma parceria com a atriz Márcia Marques a ocupação de um casarão na Rua General Câmara, 99.
Durante o carnaval multicultural do Recife, o Quiloa foi homenageado com a escolha de uma de suas composições, “Essa é a minha Nação”, integrando o repertório do Porto Rico, que concorreu no desfile oficial dos Maracatus de Baque Virado, além de contar com nove integrantes do Quiloa na passarela. Na terça-feira de carnaval estreou como o primeiro maracatu fora do estado de Pernambuco a participar do carnaval do Recife.
O Maracatu Quiloa, durante seus 11 anos de realizações culturais com foco na cultura do Maracatu de Baque Virado, promove o intercâmbio cultural e proporciona a oportunidade de trocar, transmitir e vivenciar a Cultura Popular, realizando mostras de arte, cortejo, exposições, oficinas culturais, encontros e intervenções artísticas em espaços públicos e em outros pontos culturais, a Associação vem multiplicando os conhecimentos da cultura brasileira levando diversidade artística a todas as camadas sociais e assim fortalecendo a cultura popular na Baixada Santista.

Video: Quiloa e Bloco de Pedra – julho de 2009
Texto retirado de: http://quiloa.maracatu.org.br/
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Bom, venho lhes informar que no próximo sábado, vulgo sábado de carnaval dia 01/03 não teremos atividades.
Voltaremos dia 08/03 com as inscrições para o Curso de Introdução ao Maracatu, isso mesmo, abriremos as inscrições para o curso de introdução ao maracatu no dia 08/03 à partir das 12h00, as inscrições são presencias para os naipes dos Agbês, Alfaias, Gonguês, Caixas e Dança.
Marque na sua agenda, pois as vagas são super concorridas e limitadas
Bom carnaval para todos nós, que sejamos responsáveis e vale sempre lembrar que se beber não dirija.
Axééééé!
Domingo 23/02 o Bloco de Pedra irá até a cidade de Birigui, enfrentará 06H00 de viagem para agitar o interior.
Será um cortejo que saíra do Paço Municipal em direção a Praça Dr Gama a partir das 20H
Maiores informações pelo link abaixo:
http://www.sescsp.org.br/programacao/20439_MARACATU+DE+BAQUE+VIRADO
Boa Viagem aos batuqueiros que irão representar o Grupo nesta tocada.
Fiquem ligados que em breve será em São Paulo
Axé
]]>No próximo dia 20/11 estaremos nos apresentando no Museu Afro às 14H30. Faremos uma apresentação em homenagem ao Professor Ary de Rezende , no último dia 28/10 completou 1 ano de seu falecimento, fazendo parte desta homenagem todos os integrantes do Maracatu Bloco de Pedra estarão com o figurino comemorativo onde estará estampado uma imagem do Professor, nesta mesma homenagem estaremos realizando dois momentos marcantes, entregaremos uma cópia da Xilogravura e também o nosso lindo Estandarte, ou seja, fará parte do museu essa xilogravura e o Estandarte do Bloco, legal né?!? Então não percam, será um dia de grandes emoções.
Confirme sua presença no Evento.
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Um pouco sobre o Maracatu Leão Coroado:
Uma das figuras mais marcantes na história do Leão Coroado foi Luís de França, que assumiu a liderança do maracatu fundado por seu pai, um ex-escravo africano, por volta do ano de 1954.
Mestre Luís, como era conhecido, nasceu na rua da Guia, bairro do Recife, em 1901. Cresceu no bairro de São José, onde aconteciam cultos africanos e frequentava terreiros de candomblé, como o de Pai Adão, em Água Fria. Seus pais de santo foram Eustachio Gomes de Almeida e Dona Santa.
Como líder do grupo, que dirigiu com dedicação por mais de quarenta anos – de 1954 até 1997, o ano de sua morte – cuidou da organização, das obrigações religiosas e da direção da batucada, cujo baque secular foi repassado por seu pai.
Com a morte do Mestre, a liderança do Nação Leão Coroado passou para as mãos do babalorixá Afonso Gomes de Aguiar Filho, dono de um terreiro em Águas Compridas, em Olinda, local onde hoje está localizada a sede do maracatu.
E ai, vai perder?
Todas as atividades do Projeto Calo na mão são GRATUITAS e IRRESTRITAS. Compareça!
Rua Alves Guimarães, esquina com Rua Heitor Penteado
Sábado, 27/07, das 15 às 17hrs.
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Da esquerda para a direita: Dilma Rousseff, José Sarney, Marta Suplicy e Raquel Trindade.
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O Projeto Calo na Mão e o Grupo Maracatu Bloco de Pedra, parabenizam a pesquisadora, folclorista e artista plástica, Raquel Trindade, que foi homenageada pela Ordem do Mérito Cultural no Palácio do Planalto, em Brasília, na segunda-feira (5/11)..
Ex-diretor da E.E. Professor Antônio Alves Cruz, para a qual contribuiu como educador até o fim de seus dias, atual presidente da Associação Fênix para o Desenvolvimento da Educação e Cultura e conselheiro do Museu Afro Brasil, Ary dedicou sua vida para o desenvolvimento de uma educação pública justa, construída por toda a comunidade escolar.
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O velório será no cemitério do Araçá das 20h às 00h.
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Breve histórico
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Ary de Rezende nasceu em 1940 na cidade de Piquete no Vale do Paraíba, mas passou quase toda sua infância e parte da juventude em Lorena, interior de São Paulo. Terceiro filho de cinco irmãos teve inda criança seu destino traçado: por conta de um problema em uma das pernas não poderia realizar trabalhos pesados. Foi então condenado à educação.
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Cursou as séries iniciais em uma escola rural, o ginásio e parte do ensino médio em Lorena, aos 14 anos dava aulas para os amigos de escola. Em 1960, já na capital paulista, foi admitido pela escola de aplicação da Universidade de São Paulo – USP, onde cursou o terceiro ano do ensino médio. Também na USP fez graduação em Biologia. Em 1965 foi convidado para dar aulas de biologia na Escola Estadual Professor Antônio Alves Cruz, ainda no prédio anexo à escola Godofredo Furtado.
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No mesmo período casou-se com Dona Imaculada, companheira de toda a vida com quem teve dois filhos: Adriana e Marco Aurélio.
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Em 1966 tornou-se diretor assistente e em 1967 assumiu a direção da Alves Cruz.
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Era um homem negro num país racista; diretor de uma escola pública durante uma ditadura militar.
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No mesmo ano a escola foi transferida para o que seria sua sede oficial, um prédio na Rua Capote Valente. No entanto, apenas dois anos depois, em 1969, a prefeitura anunciou a construção da Av. Sumaré e solicitou a demolição do prédio.
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“… Eu fui falar com o Faria Lima, ele disse que poderia me dar uma nova escola, mas que não tinha o terreno…”
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Nos anos que se seguiram, apoiado por alunos e pais de alunos, enfrentou o governo municipal e só permitiu a desapropriação do prédio com o compromisso de construção de uma nova sede para a escola.
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“… eu procurei Seu Dávio, um pai de aluno que era tesoureiro da APM e trabalhava no INSS, eu sabia que o INSS tinha muitos terrenos. Nossa solicitação foi prontamente atendida, recebemos uma lista e eu fui direto naquele terreno.”
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O novo prédio ficou pronto em 90 dias, em novembro de 1971.
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“… Era uma barroca coberta por mato, não tinha sequer uma árvore… não tem uma só árvore ali que eu não tenha plantado, disso eu me orgulho!”
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Ary dirigiu a escola até 1976 quando foi convidado para integrar uma comissão da secretaria de educação, após 11 anos passou a direção da escola para a Professora Maria Ivone.
No mesmo ano deixou a carreira pública atendendo a um convite para coordenar a operação de uma empresa brasileira na África. Trabalhou na Nigéria e na Líbia por cerca de quatro anos.
Nos anos seguintes, de volta ao Brasil, trabalhou na iniciativa privada e posteriormente no departamento de merenda escolar da prefeitura de São Paulo.
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Em 2000 foi convidado por seus ex-alunos da Alves Cruz para participar de uma festa em homenagem aos ex-professores e recebeu a notícia de que novamente a escola estava ameaçada de fechamento.
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“Teve aquele jantar na Vila Madalena e os alunos estavam preocupados porque a escola estava para fechar, ai eu disse: De novo!”
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De 2000 a 2012, em parceria com seus ex-alunos Ary integrou e dirigiu o Projeto Fênix, iniciativa que contribuiu para que a Alves Cruz não fechasse as portas, retomando de forma vigorosa sua qualidade como instituição educacional, com participação da sociedade civil e de toda a comunidade escolar, como nos tempos em que dirigia a escola. Nos últimos anos de sua vida também foi conselheiro do Museu Afro Brasil.
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Ary de Rezende foi um homem honrado, que encheu de orgulho e alegria todos que o cercaram. Homem de muitos feitos deixou para o Brasil e para a educação brasileira uma escola erguida sob a convicção de que a educação de nossos filhos deve ser partilhada e construída por todos nós.
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Para os que o conheceram deixou um sorriso gigantesco, de esperança, luta e profunda alegria, que ficará impresso para sempre em nossas lembranças.
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Ary, obrigado por tudo, e sorte em sua nova jornada.
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]]>As 16h os integrantes do Maracatu Bloco de Pedra vão convidar todos os participantes para brincar Coco de Roda. Não percam!
Serviço
Arraiá do Arves
sábado 16/06 das 13h – 20h
Escola Alves Cruz
Rua Alves Guimarães 1511, Sumaré – travessa da Av. Heitor Peteado – Próximo ao Metro Sumaré.
Entrada franca!
Curta a página da festa no facebook: http://www.facebook.com/events/425006010856195/?notif_t=plan_user_invited
]]>Nem a chuva e nem frio foram capazes de inibir a festa realizada ontem (16) às crianças na quadra da GRES Pérola Negra, na Vila Madalena.
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Ontem, o reduto de sambistas, deu lugar às crianças que fizeram a maior farra na cama elástica, escorregador inflável e piscina de bolinhas.
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E o Grupo Maracatu Bloco de Pedra estava lá, fazendo parte dessa festa que foi regada com o maracatu de baque virado. Fomos recebidos pelos mestres e professores da Escola, que ficaram na “primeira fila” assistindo a apresentação.
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O momento de maior emoção foi proporcionado pela nossa porta estandarte, Nanna (foto – Rogério Sant’Ana). Que no início da apresentação se emocionou e abraçou Guga Silviano. Momentos depois, lá foram eles saudar os dois estandartes: o do Bloco de Pedra e o da Pérola Negra.
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A apresentação foi um sucesso e o axé foi grande! O grupo tocou toadas próprias e toadas das nações Estrela Brilhante de Recife, Estrela Brilhante de Igarassu e da Nação do Maracatu Porto Rico.
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Agora, fica o convite para os sambistas/batuqueiros da GRES Pérola Negra irem se apresentar na nossa casa: a Escola Estadual Profº Antônio Alves Cruz. E que nesse dia nem a chuva e nem frio atrapalhem!
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Axé!
por Gustavo Nunes
]]>no dia 29/02/11 o Grupo Maracatu Bloco de Pedra completa 6 anos! De presente recebemos por email do Felipe Romano do Quiloa, um vídeo do Baque Mulher, grupo dirigido pela Mestra Joana que também dirige o batuque da Nação do Maracatu Encanto do Pina.
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Vejam o vídeo!
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